Growth marketing: o que é, importância e como aplicar em 10 passos
É inegável que os setores estão cada vez mais concorridos. E, para se destacar, as empresas precisam inovar em estratégias de marketing que ajudem não apenas na aquisição de clientes, mas também no crescimento orgânico. É dentro desse contexto que nasce o growth marketing. Também conhecido como “marketing de crescimento”, a proposta dessa metodologia depende [...]
É inegável que os setores estão cada vez mais concorridos. E, para se destacar, as empresas precisam inovar em estratégias de marketing que ajudem não apenas na aquisição de clientes, mas também no crescimento orgânico. É dentro desse contexto que nasce o growth marketing.
Também conhecido como “marketing de crescimento”, a proposta dessa metodologia depende de ações que tragam clientes para o negócio de forma sistemática. Quer entender melhor o que significa growth marketing e descobrir se essa é a estratégia certa para a sua empresa? Continue a leitura!
O que é growth marketing?
É uma metodologia que analisa toda a jornada do cliente — desde o primeiro contato até o pós-venda — e usa essas informações para criar ações capazes de fazer a empresa crescer atraindo clientes engajados, que realmente vejam valor no produto ou serviço e queiram continuar consumindo.
O processo de growth marketing envolve testar estratégias de crescimento focadas em aquisição, crescimento de receita e retenção de clientes. Para isso, é preciso realizar uma série de testes e avaliar inúmeras hipóteses que visam avaliar e mensurar o potencial de resultados e de escalabilidade das ações.
No geral, as principais características do growth marketing são:
- Orientação por dados e testes constantes (testes A/B, por exemplo);
- Análise de todas as etapas do funil de vendas;
- Prioriza o crescimento escalável e sustentável;
- Envolve múltiplas áreas, como marketing, produto e tecnologia;
- Valoriza a retenção de clientes tanto quanto a aquisição.
Um profissional de marketing de crescimento precisa ter uma mentalidade de “hacker”, ou seja, ter um conjunto de habilidades que estão o tempo todo voltadas para otimizar os processos e encontrar brechas que possam ser melhoradas.
Uma equipe com essa característica precisa ser bastante criativa e estar disposta a tentar ações que nunca foram testadas antes. Não é à toa que exemplos de growth marketing são usados por diferentes empresas, de startups a grandes estratégias des negócios digitais, como Facebook, Google e Netflix.
Growth marketing x Growth hacking: quais as diferenças?
O growth hacking é uma forma diferente de pensar as estratégias de marketing do negócio, porque se baseia na ideia de que a equipe precisa buscar “hacks” (brechas) que podem ser resolvidas para fazer a empresa crescer.
Agora, vamos deixar isso ainda mais claro comparando growth marketing e growth hacking:
Longo prazo vs curto prazo
O growth hacking tem como principal característica a execução ágil, normalmente com foco em resolver problemas específicos. E um time focado em growth marketing tem pretensões mais a longo prazo, com processos contínuos de otimização.
Estratégia baseada em dados vs testes criativos e rápidos
No hacking, o processo é baseado em brainstorms rápidos e soluções muitas vezes fora do convencional, para testar hipóteses com poucos recursos. O growth marketing aplica métodos para gerar aprendizado contínuo, replicável e escalável.
Jornada completa do cliente vs ponto específico do funil
Growth hacking foca geralmente em um ponto crítico do funil, como a ativação, onde é preciso aumentar a taxa de conversão inicial, ou a aquisição, no qual se busca gerar usuários rapidamente. O growth marketing, por sua vez, considera a jornada completa do cliente: da atração à retenção e à fidelização.
Sustentabilidade vs oportunidade
Growth hacking funciona muito bem para capturar oportunidades pontuais, como tendências, bugs de plataforma, gaps em APIs públicas ou comportamentos momentâneos do mercado. No growth, o foco está na construção de um modelo de crescimento previsível e sustentável.
Equipes integradas vs equipes enxutas
Growth marketing envolve várias áreas de uma empresa — marketing, produto e dados. Já o growth hacking geralmente acontece em times menores, com pouco orçamento, mas muito foco em criatividade e execução ágil.
Growth marketing x marketing tradicional: quais as diferenças?

Embora ambos tenham como objetivo promover marcas e atrair clientes, growth marketing e o marketing “tradicional” são bem diferentes na forma como pensam, executam e medem suas estratégias.
Chamamos de marketing tradicional as estratégias de marketing orientadas principalmente por branding e vendas. Elas dependem de canais consolidados e práticas reconhecidas no mercado para gerar visibilidade e estimular a compra. As campanhas são mais lineares, com ciclos mais longos e decisões baseadas em experiência e benchmarks.
O growth marketing é voltado para crescimento acelerado e sustentável, com estratégias mais ousadas baseadas em hipóteses, testes e análise de dados.
As principais diferenças entre growth marketing e o marketing tradicional:
Funil de vendas
É claro que, com objetivos diferentes, o growth marketing e o marketing tradicional também trabalham com funis de vendas diferenciados.
O funil usado no marketing tradicional em geral é composto por:
- topo (fase de descoberta);
- meio (fase de consideração);
- fim (fase de conversão);
- fidelização.
Já no growth, a jornada do consumidor é mais focada, com as seguintes etapas:
- awareness: formas como os seus clientes descobrem a sua marca;
- ativação: momento “wow”, quando os clientes têm a primeira “empolgação” com seu produto, por exemplo, em um e-commerce, quando o cliente recebe o pedido em casa e se surpreende com ele de alguma forma, com algo não esperado;
- retenção: esforços focados em fazer com que o cliente volte a comprar o produto ou serviço. Essa fase também se relaciona à frequência de uso que está diretamente ligada, claro, à qualidade do produto;
- monetização: os esforços são direcionados para gerar a maior monetização, gerando o máximo de receita recorrente, com a redução da taxa de churn (saída dos clientes);
- indicação: busca pela máxima satisfação do cliente para que ele deseje indicar a marca para amigos, familiares e conhecidos.
Squads
Outra diferenciação está no modo de trabalho e nas equipes de marketing de crescimento. Essa nova forma de organização das equipes de trabalho é chamada de “squad” ou “esquadrão”.
Os squads são formados por profissionais de áreas distintas que, juntos, vão trabalhar no levantamento e resolução de problemas. Em geral, os squads são formados por profissionais de áreas como: comunicação e marketing, engenheiros, cientistas de dados e outros que sejam essenciais ao negócio.
Um bom squad é diversificado e une profissionais com capacidades diferentes, permitindo que a equipe de trabalho consiga resolver qualquer problema que levantarem, garantindo que haverá a competência necessária para isso.
Essa diversificação promove a criatividade e também oferece mais agilidade aos processos.
Quais as vantagens do growth marketing?
Depois de ler os tópicos anteriores, já deu para notar que o growth marketing possui uma série de vantagens, não é mesmo? Entre as principais, podemos destacar:
É indicado para todos os tipos de empresa
Engana-se quem pensa que o growth é exclusivo de startups ou negócios digitais. A metodologia é indicada para qualquer empresa que tenha como prioridade crescer em ambientes voláteis, com alto nível de inovação ou quando há metas agressivas de crescimento.
Pequenas, médias e grandes empresas podem aplicar os princípios do growth, o que muda é a escala e a velocidade de execução.
Aumento da retenção e redução do churn
Growth marketing não termina na venda. Uma de suas principais forças é o foco em retenção de clientes. Isso significa investir em ações que façam o cliente continuar comprando, utilizando o produto e se engajando com a marca.
Quanto maior a retenção, menor a taxa de churn (abandono), e maior o retorno sobre o investimento feito para atrair esse cliente. A lógica é simples: manter um cliente custa menos do que conquistar um novo.
Mais oportunidades de negócio
Ao analisar dados e comportamentos com profundidade, o growth marketing permite identificar novas oportunidades de negócio — explorando novos nichos, ajustando o posicionamento do produto ou criando estratégias mais eficientes para diferentes perfis de público.
Alinhamento entre equipes e otimização interna
Uma estratégia de growth bem-sucedida depende de colaboração entre áreas. Para que o crescimento aconteça, marketing, produto, vendas, atendimento e dados precisam estar conectados.
O alinhamento faz com que todas as equipes passem a trabalhar com foco em otimizações constantes, o que reduz desperdícios, aumenta a agilidade e melhora a tomada de decisão em todos os setores da empresa.
Aumento da receita recorrente
Outra vantagem poderosa é o foco em modelos de receita recorrente. Em vez de depender exclusivamente de vendas pontuais, o growth marketing ajuda a estruturar estratégias que fidelizam o cliente, aumentando a frequência de compra ou a assinatura de serviços contínuos.
Segundo a pesquisa “The Business Growth Report”, uma cultura corporativa como uma estratégia de crescimento levou as empresas a alcançarem uma média de 41% de crescimento de receita maior do que aqueles que não o fizeram.
De acordo com o relatório, essas empresas também alcançaram 14% de receita maior por funcionário e 10% menos rotatividade de pessoal.
Melhoria da experiência do cliente
Como tudo é testado e ajustado com base em dados reais, o growth marketing consegue promover melhorias constantes na experiência do cliente.
Desde o primeiro contato com a marca até o pós-venda, cada interação é pensada para surpreender, facilitar e encantar. E quando o cliente se sente bem atendido, ele compra mais, fica mais tempo e ainda recomenda para outras pessoas.
Produtos e serviços mais focados
Com base no feedback dos usuários e nos resultados dos testes, o growth marketing permite ajustar produtos e serviços de maneira mais ágil e precisa.
Isso significa que as soluções oferecidas pela empresa se tornam cada vez mais alinhadas às necessidades reais dos consumidores, às tendências de mercado e às melhores práticas do setor.
Aumento do ticket médio e da frequência de compra
Além de manter o cliente por mais tempo, o growth marketing também contribui para aumentar o valor médio gasto por ele ou a frequência com que ele compra novamente.
Isso é feito por meio de estratégias como up-sell, cross-sell, personalização de ofertas e campanhas direcionadas com base no comportamento do consumidor. O resultado é um crescimento mais eficiente e com menos esforço de aquisição.
Fortalecimento da marca e crescimento escalável
Uma empresa que adota o growth marketing está constantemente inovando, entregando valor, atendendo melhor e criando experiências positivas.
Isso prepara o terreno para um crescimento que não depende só de grandes investimentos, mas sim de processos bem estruturados e estratégias replicáveis.

Como implementar o growth marketing em 10 passos?
Depois de ver todas as vantagens e os diferenciais do growth marketing, que tal começar a aplicá-lo na sua empresa? Nós separamos os principais passos para isso, confira!
1. Conheça bem o seu produto
Tudo começa com um bom produto. É impossível falarmos em growth marketing se você não tem um modelo de negócios válido ou se o seu produto não é interessante para os seus clientes.
Por isso, comece entendendo bem qual é a proposta de valor do que você vende, a estrutura de custos, os fluxos de receita, a segmentação de clientes e outros pontos.
2. Defina metas e prazos
Antes de iniciar uma estratégia de crescimento, avalie quais são suas metas e o prazo de realização de cada uma delas. Isso começa com a definição dos objetivos e dos principais resultados esperados.
Existem muitos métodos e formas de fazer isso dependendo do modelo de negócios que você possui. Um que funciona muito bem de forma geral é: definir 3 metas principais que, quando multiplicadas, dobrem a sua receita.
3. Faça ciclos de crescimento rápido
O growth marketing é uma estratégia de crescimento rápido, ou seja, é preciso testar o maior número de ideias e promover ações que possam ser aplicadas rapidamente.
Para isso, divida o ano em 4 ciclos de crescimento de 90 dias cada um e se concentre em cada uma das suas 3 metas principais definidas no tópico anterior. Você terá 90 dias para focar em cada uma das metas para testar ideias e criar ações diferenciadas.
É claro que essa é só uma dica, e você poderá trabalhar com outros ciclos de crescimento rápido ou focar de maneiras diferentes nas metas estipuladas.
4. Levante os recursos necessários
Para realizar os testes e colocar as ações para rodar, será preciso ter recursos suficientes. Existem alguns experimentos que podem ser implementados pelas equipes de marketing, outros por gerentes de produtos e alguns exigem habilidades mais profundas dos engenheiros.
Saber quais serão esses recursos e equilibrar a carga de trabalho e as experiências é fundamental nesse processo. Seja realista desde o início sobre quais recursos serão necessários e quais a sua empresa tem disponíveis — assim será mais fácil optar pelas ideias de crescimento possíveis e executá-las corretamente.
5. Levante ideias para os experimentos
Esse é o primeiro passo do growth marketing propriamente dito. Até agora, estávamos apenas “compreendendo” a situação do seu negócio. Reúna ideias sobre formas de melhorar as suas métricas e de atingir as metas que você planejou.
1. Brainstorming
O levantamento de ideias pode ser feito tanto via brainstorming: toda a equipe se reúne e contribui com ideias. Cada membro pode apresentar as ideias separadamente e, em uma reunião, todas as ideias são reunidas.
De qualquer modo, é importante que haja algum momento de troca de experiências em grupo, evitando deixar apenas um membro responsável por todas as ideias, porque, em geral, ele poderá tender a ficar sem novas soluções.
2. Catálogo das ideias
Depois de levantar todas as ideias, é importante organizá-las. Essa organização pode ser feita via Excel, ferramentas de projetos e outras. O essencial é catalogar cada ideia com base no produto, canal, estágio do funil, entre outros pontos.
6. Priorize as ideias
Na sequência, será o momento de priorizar as ideias para saber quais devem ser testadas primeiro. Uma boa sugestão é utilizar um sistema de pontuação. Assim, as ideias que tiverem pontuações mais elevadas devem ser experimentadas com mais urgência.
A classificação pode ser pensada na forma que funcionar melhor para o seu negócio. Por exemplo, dando pontos com base no impacto, confiança, facilidade de implementação etc.
7. Delineie e projete os experimentos
Ao saber quais ideias devem ser testadas antes, será preciso modelar seus experimentos. Uma sugestão é montar uma planilha de experimentos que descreva:
- objetivo do teste;
- hipótese;
- data de início e término;
- métricas que serão usadas;
- páginas ou serviços que serão afetados;
- público-alvo da ação;
- variações possíveis;
- análise e conclusão;
- próximas etapas.
Durante seus testes, pense na execução do experimento, considere os fatores externos e crie um documento capaz de informar qualquer pessoa sobre o experimento feito e os resultados alcançados, para que ele seja recriado, caso haja necessidade.
A qualidade da hipótese é um dos pontos fundamentais porque ela determina o impacto e o desempenho dos processos de crescimento. Essa hipótese precisa ser baseada em dados e evidências que sejam testáveis e defensáveis.
8. Execute o experimento
Essa é a parte de “colocar a mão na massa”. Lembre-se de que experimentação não é sinônimo apenas de testes A/B. Seus experimentos podem incluir esse tipo de teste, mas não devem ser os únicos — eles devem ser usados apenas quando fizerem sentido a sua hipótese.
Não se esqueça, também, de considerar os fatores externos que podem influenciar tanto os resultados como as experiências — e faça o que for possível para limitá-los, sempre lembrando que é impossível eliminá-los.
9. Analise os resultados
Nesse momento, vocês irão analisar os dados quantitativos e qualitativos dos testes, entendendo o que deu certo e o que não deu — e aprendendo com os erros.
Algumas questões que você pode fazer nesse período:
- O experimento foi executado corretamente?
- A hipótese estava incorreta? Por que?
- Os resultados seriam diferentes se os dados fossem segmentados?
- É possível otimizar o experimento e executá-lo novamente?
- Se a sua hipótese estava correta, por que isso aconteceu?
- O que é possível tirar do experimento para realizar experimentos futuros ainda mais inteligentes?
Se a ideia trouxe resultados positivos, otimize a hipótese e dobre as ações, buscando aplicar o que foi aprendido com sucesso em outros lugares e setores.
Caso a ideia não funcione, determine se vale a pena otimizá-la e fazer um novo teste ou se é preciso descartá-la. Não se apegue muito, se algo não estiver funcionando, abandone a ideia e passe para a próxima.
É importante que esses testes sejam realizados com um calendário fixo. Assim, você poderá analisar como os testes estão evoluindo, se eles estão ficando mais precisos e se as equipes têm tido uma evolução de aprendizado.
10. Arquive os resultados e aplique os aprendizados
É essencial manter um registro atualizado sobre todos os aprendizados de cada um dos testes. Esse documento deve ser acessível e compartilhado com as demais equipes, permitindo que os profissionais possam aprender com os testes.
Mesmo os testes que não trouxeram os resultados esperados permitem o aprendizado com os erros — e esse aprendizado precisa ser compartilhado e estar acessível.
O que for aprendido durante os testes deve ser aplicado, para que as ideias sejam usadas por outros departamentos. É uma sinergia que favorece o crescimento geral da empresa. Repita todo esse processo com cada nova ideia!

Quais são as melhores práticas de growth marketing?
O growth marketing é sobre testar, aprender e escalar o que funciona. E no dia a dia do seu negócio, algumas atitudes fazem toda a diferença para gerar resultados expressivos e sustentáveis.
As práticas que podem transformar o seu crescimento:
- Antecipe movimentos do mercado e identifique táticas emergentes para aproveitar oportunidades de crescimento antes da concorrência;
- Capture e-mails, cadastros sociais e interações. Esses dados são a base para personalização, segmentação e ações mais precisas;
- Crie materiais que informem, entretenham e convertam. Conteúdo forte atrai, retém e gera autoridade;
- Priorize ações que entreguem valor direto para o público e impulsionem métricas-chave do funil, como CAC, LTV e conversão;
- Comprove o que sua empresa promete. Use prova social, mídia espontânea e depoimentos para consolidar confiança;
- Teste novos canais e formatos de conteúdo. A criatividade, aliada à mensuração, revela os caminhos mais escaláveis.
O que é brandgrowth é qual a sua importância?
Brandgrowth é a fusão estratégica entre branding e growth marketing para alinhar o fortalecimento da marca com metas claras de crescimento.
Em vez de pensar em branding como algo separado da geração de resultados, a metodologia propõe a criação de estratégias em que a construção da marca alimenta o crescimento, e vice-versa. SEO, produção de conteúdo, mídia paga, UX e jornada do cliente são desenvolvidos sob uma mesma lógica de posicionamento e performance.
Tradicionalmente, branding sempre foi associado à construção de reputação e valores intangíveis — difícil de mensurar e com retorno de longo prazo. Growth marketing, por outro lado, trouxe uma abordagem orientada a dados, testes e ROI de curto a médio prazo.
O brandgrowth une essas duas frentes em uma metodologia que valoriza tanto a relevância de marca quanto a eficiência das ações de crescimento.
Segundo a pesquisa de “Tendências de Marketing 2025”, essa união entre branding e growth já despontava como uma das principais direções estratégicas em 2024. A pesquisa mostra que o brandgrowth se consolidou em 2025 como prioridade para 39% dos times de marketing, que veem nela um dos principais desafios do ano.
Como aplicamos o brandgrowth na INGAGE?
Na INGAGE, costumamos dizer que “casa de ferreiro, espeto é de ferro.” E isso reflete a forma como lidamos com o nosso próprio marketing. Sabemos que a imagem da agência é um dos principais elementos que influenciam a decisão de novos clientes.
Cuidamos da nossa marca com o mesmo zelo que temos com os nossos parceiros. O resultado disso é uma presença confiável e coerente com aquilo que entregamos.
Unimos branding e growth na prática
Fazemos questão de alinhar estratégias de branding e performance por meio de ações que constroem autoridade ao mesmo tempo em que geram resultados.
Investimos em campanhas de aquisição, como mídia paga, e contamos com o IAgo, nossa inteligência artificial proprietária, que nos ajuda a identificar e qualificar leads com mais precisão.
Conteúdo é a base da nossa autoridade
O mercado está saturado de conteúdos repetitivos e rasos, muitos gerados por IA, sem qualquer filtro técnico ou estratégico. Por isso, aqui na INGAGE, escolhemos seguir outro caminho: produzimos conteúdos originais e fundamentados por especialistas.
É uma escolha que posiciona a nossa marca como referência, gera valor real para o mercado e fortalece a relação com quem nos acompanha.
Trabalhamos com estrutura e integração
Nossa estrutura é organizada por áreas, mas o que realmente faz a diferença é que trabalhamos de forma integrada, com processos alinhados e objetivos compartilhados.
Cada equipe possui seus próprios KPIs, mas todos se orientam pelo mesmo ponto central: o funil de vendas. Acompanhamos continuamente os números de novos usuários, leads, oportunidades geradas e vendas efetivadas.
Brandgrowth é nossa prioridade
Não encaramos o brandgrowth como tendência, encaramos como um direcionamento estratégico para crescer com consistência. Aplicamos essa mentalidade internamente antes de oferecê-la aos nossos clientes. Porque, para nós, não existe crescimento sustentável sem uma marca forte por trás.
Conclusão
Agora que você chegou até aqui, já sabe que growth marketing vai muito além de atrair cliques ou captar leads pontuais. Trata-se de uma estratégia orientada por dados, que olha para o crescimento de forma ampla, mensurável e sustentável.
Ao contrário do marketing tradicional, que concentra seus esforços em awareness ou vendas imediatas, o growth marketing analisa todo o funil para entender onde estão as oportunidades de impacto.
E isso só é possível com método: definindo metas claras, gerando hipóteses, modelando testes, executando, analisando e aprendendo com cada etapa.
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Atualizado em 07 de abril de 2025