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Arquitetura da informação: o que é e como utilizá-la na criação de sites eficientes

Experiência do usuário é essencial para todas as empresas com presença online. Muitas delas podem não priorizar o tema, o que tem sido um grande erro de processo para relações de sucesso no negócio. Pense na seguinte situação: se você pensa em como criar um site de vendas, mas não facilita a navegação, a pessoa [...]

Experiência do usuário é essencial para todas as empresas com presença online. Muitas delas podem não priorizar o tema, o que tem sido um grande erro de processo para relações de sucesso no negócio. Pense na seguinte situação: se você pensa em como criar um site de vendas, mas não facilita a navegação, a pessoa pode sair da sua página e buscar a concorrência.

Nesse sentido, vale lembrar que ter um site eficiente e organizado impacta não só essa experiência do usuário, mas diretamente a confiabilidade da marca. Por isso, investir em arquitetura da informação deve estar na lista de suas estratégias. É o que permitirá os acessos, os cliques em links, a pesquisa entre as páginas, a retenção de leads e assim por diante.

É por isso que decidimos falar sobre a importância da arquitetura da informação e como aplicá-la de maneira eficiente, de acordo com as demandas do seu negócio. Acompanhe a leitura!

O que é arquitetura da informação?

Arquitetura da informação é a forma como todos os elementos de um produto online são organizados — que pode ser tanto um site quanto um software ou aplicativo. O objetivo é facilitar o lado dos usuários, para que encontrem a resposta a uma intenção de busca (ou seja, um contexto específico).

Pense na construção de uma casa. O arquiteto é o profissional responsável não só por questões estéticas, mas pela usabilidade e o bom fluxo de circulação das pessoas. Na arquitetura da informação, acontece a mesma coisa. O especialista nessa logística analisa as necessidades do negócio para, então, sugerir os caminhos que o usuário fará entre as páginas da aplicação, os pontos de melhorias e assim por diante.

Embora o grande foco dos estudos da arquitetura da informação esteja nos produtos online, ainda podemos observá-la em elementos comuns do nosso dia a dia. Por exemplo, o folheto de um festival ou até os corredores de um supermercado e de bibliotecas.

Quais são os impactos da arquitetura da informação na experiência do usuário?

No ambiente digital, um dos maiores propósitos das empresas é gerar leads para o site e, consequentemente, converter vendas. Mas como fazer isso de forma certeira? O primeiro passo é facilitar o acesso dos usuários para que sua jornada dentro das páginas faça sentido, responda às suas dúvidas e entregue mais do que poderiam imaginar.

Então, cada link e informação precisam estar em um lugar estratégico. Por exemplo, um botão de CTA deve ser posicionado em um espaço de destaque, que vai chamar a atenção do usuário e motivar o clique. E sua experiência será ainda melhor graças a essa hierarquização de informações.

Ainda que a estética conte muito, o principal objetivo da arquitetura da informação é tornar as páginas funcionais e intuitivas. E cada regra de negócio tem suas particularidades e necessidades não sendo possível aplicar a mesma estrutura para quaisquer situações. Por isso, é importante ter o mapeamento de como todas as informações serão dispostas e quais caminhos o usuário fará para ir de um ponto a outro.

Ademais, essa organização deve fazer sentido no todo e individualmente. Afinal, é comum planejar o caminho “natural”, em que o usuário chega no site pela homepage e, de lá, navega por outras páginas. Porém, com o direcionamento dos motores de busca, essa pessoa pode cair em uma página específica. A arquitetura permite que ela se localize bem e satisfaça a intenção de pesquisa.

Como aplicar arquitetura da informação em seu site?

A criação de sites responsivos é outro objetivo de quem deseja gerar leads e aumentar vendas. Isso porque muitos usuários acessam as páginas da internet pelo mobile no dia a dia. Aliada a essa preocupação, agora você também sabe que a arquitetura da informação não pode faltar.

Saiba o que compõe a arquitetura da informação!

Escopo

Escopo é a etapa imediatamente posterior à compreensão das necessidades dos usuários do negócio. Ele reúne as definições do que será feito para atender ao público da melhor forma, responder às suas intenções de busca e facilitar a navegação.

Vamos supor que você contrata uma agência para fazer o site da sua empresa. Depois de explicar seu produto, sua audiência e as necessidades particulares da marca, o escopo é um entregável com as “promessas” do que será feito nas páginas e como esses processos vão acontecer. 

A importância está no alinhamento de expectativas entre o que você precisa e o que será entregue.

Modelo mental

Já o modelo mental é uma visualização da hierarquia das informações para tentar prever o comportamento do usuário. Basicamente, é a representação mental da realidade, usada para encontrar os melhores caminhos para potencializar a experiência do usuário.

Hierarquização

Essa é a categorização das informações em um site. O entregável é um desenho que se assemelha a uma árvore. No topo, vem a home e, dela, saem ramificações para categorias e subcategorias em que o usuário pode navegar.

Basicamente, é a representação dos caminhos que serão feitos para ir de um ponto ao outro. A hierarquização é feita de modo a agrupar páginas semelhantes e separá-las das diferentes. Por exemplo, em um blog, há a criação de categorias para os artigos de um assunto parecido, que contam com elementos clicáveis que linkam para cada texto específico.

Fluxos de navegação

É um fluxograma que demonstra as jornadas de navegação do usuário para acessar determinada informação. Tomando como exemplo o blog novamente, vai indicar de quantas maneiras a pessoa consegue chegar a um determinado artigo (campo de busca, link recebido, pelas categorias, por um banner etc.).

A proposta é facilitar esses caminhos, tornando-os rápidos e descomplicados, para não impactar negativamente a experiência de navegação.

Wireframes

Por fim, os wireframes são os protótipos de interface para a visualização da arquitetura de informações. Nessa etapa, dá para organizar e testar funcionalidades, além das categorias das páginas. Inclusive, é a última fase antes de entregar o site pronto para o cliente, com as garantias de uma boa experiência do usuário.

Ele é menos completo que um site pronto justamente para a solicitação de ajustes e as modelagens finais.

Arquitetura da informação é, em suma, um investimento certeiro na experiência do usuário. Com um site eficiente e organizado, a navegação é facilitada, permitindo a consulta de conteúdos e intenções de busca em um determinado contexto. Logo, sua empresa se aproxima de objetivos de retenção e captação de leads.

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Escrito por

Equipe INGAGE

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Atualizado em 07 de dezembro de 2022